No Nordeste do Brasil, mais especificamente em Eusébio (CE), a empresa cearense Projeart acaba de injetar R$ 60 milhões em um novo empreendimento. O que aconteceu é a construção da maior e mais moderna planta de galvanização a fogo do país, com previsão para iniciar as operações em Janeiro de 2026.
Este fato é de extrema importância para o setor industrial nacional, pois marca um salto estratégico na capacidade de proteção anticorrosiva de peças metálicas pesadas. O projeto não só atende à crescente demanda de setores vitais como energia, logística e telecomunicações, mas também promete uma drástica redução nos custos logísticos para toda a região Nordeste, aumentando a competitividade industrial.
A Projeart não é novata no mercado. A empresa cearense ostenta uma trajetória de mais de 30 anos de atuação e um portfólio que acumula a impressionante marca de 3,3 mil obras realizadas.
Essa experiência robusta no setor de estruturas metálicas e serviços correlatos posiciona a nova fábrica como um marco de credibilidade e inovação.
O investimento de R$ 60 milhões não é um número qualquer. Ele é a prova do potencial que a empresa enxerga no mercado brasileiro.
A nova unidade terá como coração um tanque de 15 metros, um dos maiores do país, projetado para imergir estruturas complexas no zinco fundido.
A capacidade de processamento prevista é de até 5 mil toneladas de aço por mês. Esse volume não apenas suprirá o mercado interno com alta qualidade, mas também abrirá as portas para o Brasil se posicionar de forma mais agressiva no cenário de exportação de peças com proteção anticorrosiva.
Em termos de impacto social e econômico regional, o projeto é uma injeção de ânimo no Ceará.
A unidade da Projeart deve gerar entre 50 a 80 empregos diretos, um dado relevante para a cadeia produtiva local, que ganha nova vida com a atração de mão de obra especializada e o fomento à indústria 4.0.
O salto estratégico em galvanização a fogo demonstra que a Indústria 4.0 é uma realidade consolidada, onde a durabilidade e a proteção dos equipamentos são tão críticas quanto a eficiência da máquina.
Reduzir custos de transporte e otimizar processos logísticos no Nordeste com essa nova capacidade local é o recado claro: a indústria brasileira está se fortalecendo de dentro para fora.

