O setor químico continua sendo um dos maiores consumidores de embalagens plásticas do país. Segundo o Perfil 2025 da Abiplast, a indústria química movimenta milhões de unidades de frascos, tambores, bombonas, baldes, recipientes técnicos e filmes industriais feitos principalmente de PEAD, PP, PEBD e PET.
O PEAD domina embalagens rígidas para produtos químicos e de limpeza, por sua alta resistência química, estrutural e dimensional. Bombonas e tambores produzidos com essa resina podem suportar impactos, vibração e transporte carregado sem deformação — características essenciais em logística pesada.
O PP aparece em baldes industriais, peças de vedação e embalagens técnicas que precisam resistir a solventes, variações térmicas e manipulação constante.
Já o PET cresce em produtos de maior pureza, principalmente em formulações líquidas e embalagens transparentes de uso técnico.
Outro ponto importante é que a indústria química é uma das que mais pressionam o mercado por rastreabilidade, por questões regulatórias e de segurança.
05Isso impulsiona a adoção de lacres, tampas invioláveis, embalagens especiais e padrões extremamente rígidos.
Além disso, o setor integra o plástico em paletes, caixas, contentores, filmes stretch, big bags compostos e dezenas de dispositivos de logística interna e externa.
A presença do plástico no setor químico não só é massiva, como estratégica — sendo um dos segmentos que mais sustentam a produção nacional de embalagens técnicas.

