A infraestrutura brasileira não existe sem plástico — e o Perfil 2025 da Abiplast deixa isso explícito. Redes de água e esgoto, distribuição elétrica, telecomunicações, drenagem, pavimentação e proteção estrutural dependem profundamente de tubos, dutos, cabos, geossintéticos e componentes feitos com PEAD, PVC, PP e outros polímeros.
O PVC domina tubulações de água fria e esgoto, presente em praticamente todas as redes urbanas. O PEAD é usado em adutoras de grande porte, sistemas de saneamento pressurizado, drenagens e dutos enterrados.
Sua resistência química, flexibilidade e leveza fazem dele uma das resinas mais importantes da infraestrutura atual.
Já os geossintéticos — mantas, geotêxteis, geomembranas e geogrelhas — estão presentes em aterros, obras de contenção, rodovias, barragens e sistemas de estabilização de solo.
O consumo desses materiais cresce com o avanço dos grandes projetos e a necessidade de obras mais duráveis.
Na telecom, cabos com isolamento plástico garantem banda larga, fibra ótica e redes subterrâneas. Esses sistemas movimentam milhões de metros por ano.
O impacto é tão grande que, em vários segmentos, mais de 90% das novas instalações utilizam plástico, substituindo definitivamente materiais pesados, mais caros e mais difíceis de instalar.
A infraestrutura brasileira é sustentada, em grande parte, por polímeros — e o crescimento do setor só reforça essa dependência.

