Em Outubro, a Suzano celebrou seus 47 anos de atuação ininterrupta na região de Aracruz, Espírito Santo, marcando quase meio século de história e desenvolvimento local.
Este marco é fundamental para o setor industrial, pois a longevidade de uma operação de base deste porte demonstra a resiliência do capital produtivo e a capacidade de uma única empresa em se tornar o principal vetor de desenvolvimento socioeconômico e ambiental de uma região, garantindo estabilidade e projeção de futuro para milhares de famílias.
A Suzano se estabeleceu globalmente como uma das maiores produtoras de celulose e papel do planeta, sendo reconhecida por sua gestão florestal responsável e pela inovação em bioeconomia.
No entanto, em Aracruz, a empresa representa mais do que apenas a produção de commodities: ela é o motor econômico que, por 47 anos, ditou o ritmo de crescimento e aprimoramento da infraestrutura local, consolidando a região como um polo industrial de excelência.
Em seus 47 anos de operação na região, a Suzano injetou um volume monumental de recursos em programas sociais e ambientais que foram além das obrigações legais.
O impacto econômico é avassalador e reflete o poder do investimento industrial de longo prazo.
Estudos (baseados em dados regionalizados) indicam que a operação da Suzano é responsável por aproximadamente 40% do Produto Interno Bruto (PIB) municipal de Aracruz, um nível de dependência que ressalta a responsabilidade e o alcance da indústria de base.
A operação inicial contava com cerca de 500 colaboradores em seu início e cresceu de forma exponencial, empregando atualmente mais de 3.000 colaboradores diretos. Essa massa de empregos de alta qualidade foi o fator decisivo para a transformação da paisagem social da região.
A longevidade da Suzano em Aracruz não se sustenta apenas em números financeiros, mas também em métricas ambientais. Dados recentes mostram que a empresa alcançou um índice de 90% de reaproveitamento da água em seus processos industriais, e mais de 85% da energia consumida é proveniente de biomassa própria, sublinhando um modelo de “economia circular” que é crucial para o futuro da indústria pesada.
O foco da celebração de 47 anos está na “renovação”, o que se traduz, na prática, em um compromisso de modernizar o complexo industrial para os próximos 50 anos. Há uma previsão de alocação de mais R$ 150 milhões em tecnologias de Indústria 4.0 nos próximos três anos.
Para o setor industrial nacional, a história de Aracruz serve como um case de sucesso de como o investimento de longo prazo, aliado a um forte pilar ESG (Environmental, Social, and Governance), pode não apenas gerar lucros, mas também ser o fator determinante para a prosperidade e a estabilidade regional.

