Eletroerosão por penetração
Eletroerosão Penetração Mitsubish Diax
COD-14957
ELETROEROSÃO POR PENETRAÇÃO USADA INFRESA – EDM INDUSTRIAL PARA FERRAMENTARIA
COD-14878
Máquina de eletroerosão penetração
COD-10018
Eletroerosão por penetração Engemaq EDM 440 NC/ 40
COD-6090
Eletroerosão por penetração Engemac 900 NC
COD-5780
ELETROEROSÃO EDM-200NC - ENGEMAQ penetração
COD-5774
Eletroerosão por Penetração CHARMILLES D1 S
COD-5771
Eletroerosão por penetração: cavidades complexas em materiais endurecidos
A eletroerosão por penetração — também chamada de EDM por afundamento, die sinking EDM ou simplesmente erosão — usa um eletrodo usinado com a forma negativa da cavidade desejada para remover material da peça por descargas elétricas. É o processo padrão para fabricação de cavidades em moldes de injeção, matrizes de forjamento e ferramental que exige geometrias tridimensionais impossíveis de produzir por fresamento em materiais temperados.
Para comparar com a eletroerosão a fio e outros processos disponíveis, acesse eletroerosão a fio e outros processos na plataforma.
Aplicações típicas
Moldes de injeção plástica: Cavidades, nervuras finas, texturas e geometrias com profundidade que o fresamento não alcança sem colisão de ferramenta. É a aplicação mais comum da eletroerosão por penetração no Brasil.
Matrizes de forjamento e estampagem: Cavidades em aço ferramenta temperado para produção de peças forjadas e estampadas. O processo não gera tensões mecânicas que poderiam trincar o material endurecido.
Furos de formas especiais: Furos quadrados, hexagonais, com splines ou qualquer perfil que corresponda ao eletrodo. Aplicação comum em ferramentaria e manutenção industrial.
Remoção de ferramentas quebradas: Brocas, machos e insertos quebrados dentro de peças podem ser removidos por EDM sem danificar a peça — o eletrodo erode a ferramenta quebrada sem afetar o material ao redor.
O eletrodo: o componente que define a geometria
Na eletroerosão por penetração, o eletrodo é usinado previamente com a forma negativa da cavidade desejada. Os materiais mais comuns são cobre (melhor acabamento superficial) e grafite (usinagem mais rápida do eletrodo, menor custo). A qualidade do eletrodo determina diretamente a qualidade da cavidade errodida — tolerâncias no eletrodo se transferem para a peça.
Parâmetros que definem a capacidade da máquina
Curso nos eixos X, Y e Z: Define o tamanho máximo da peça e o alcance de posicionamento do eletrodo. Máquinas de bancada têm cursos de 200 x 150 x 150 mm; industriais chegam a 600 x 400 x 400 mm ou mais.
Corrente máxima do gerador: Define a velocidade de remoção de material e o acabamento possível. Alta corrente = remoção rápida com acabamento rugoso. Baixa corrente = remoção lenta com acabamento fino.
Sistema de posicionamento do eletrodo: Máquinas CNC com múltiplos eixos permitem erodir cavidades complexas com movimentos orbitais do eletrodo — resultado em geometrias mais uniformes e melhor acabamento.
O que verificar antes de comprar uma eletroerosão por penetração usada
Gerador de descargas: O componente mais crítico. Teste a máquina com diferentes configurações de corrente e verifique a estabilidade das descargas — instabilidade indica desgaste ou problema no gerador.
Sistema de filtragem do dielétrico: O óleo dielétrico precisa de filtragem constante para remover partículas erosadas. Filtros saturados ou bomba com vazão reduzida comprometem a qualidade da erosão e podem causar curtos-circuitos.
Precisão de posicionamento: Faça um teste de repetibilidade — comande a máquina para uma posição, retorne à origem e recomande a mesma posição. O desvio entre as duas posições indica o estado dos fusos e guias.
Sistema de controle: Verifique se o CNC está funcional, se há suporte técnico disponível e se a máquina aceita programas nos formatos que você usa. Sistemas de controle obsoletos podem não ter peças de reposição disponíveis.