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Dobradeira manual usada: o que avaliar antes de comprar


A dobradeira manual opera por alavanca ou pedal mecânico, sem sistema hidráulico. É a escolha mais comum em pequenas serralherias, marcenarias metálicas e oficinas de manutenção que trabalham com chapas de até 2 mm de espessura em aço carbono ou alumínio.


Por ser um equipamento de construção simples, o mercado de usados oferece boas oportunidades — desde modelos compactos de 1 metro até viradeiras seccionadas de 2,5 metros com ferramental completo. Se você ainda está definindo o tipo ideal, vale consultar todos os modelos de dobradeiras usadas disponíveis na plataforma antes de filtrar pelo tipo manual.

Comprimentos mais comuns nos anúncios


1 metro: Indicada para peças pequenas, esquadrias e protótipos. Fácil de transportar e instalar em espaços reduzidos.


2 metros: O comprimento mais versátil para serralherias. Cobre a maioria das demandas de chapas comerciais sem ocupar espaço excessivo.


2,5 metros: Para quem trabalha com painéis e esquadrias maiores. Modelos seccionados (tipo "unha") permitem dobras em diferentes pontos sem reposicionamento da peça.

Marcas mais anunciadas


Entre as dobradeiras manuais usadas mais frequentes no mercado brasileiro estão Alwema (modelo MD-20), Brasoto (seccionada), IMAG e modelos sem marca de fabricação nacional. Ao avaliar, confirme se o ferramental está incluso — réguas, prensadores e garras têm custo relevante se comprados separadamente.

O que verificar no anúncio


Estado da régua de pressão: Folgas ou empenamento comprometem a uniformidade da dobra em toda a extensão da mesa.


Sistema de fixação: Teste o aperto das garras ou prensadores em diferentes pontos do comprimento útil.


Estrutura geral: Verifique trincas na base e nas laterais, especialmente em modelos mais antigos de ferro fundido.


Solicite vídeo com a máquina em operação e, se possível, fotos da régua de pressão aberta antes de fechar negócio.

Perguntas Frequentes