Injeção mantém 25% da produção nacional — e cresce com peças automotivas, utilidades e eletrônicos

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O Perfil 2025 da Abiplast confirma que a injeção é o segundo maior processo da indústria plástica brasileira, responsável por 25% de toda a produção nacional. A técnica movimenta volumes expressivos em peças automotivas, eletroeletrônicas, utilidades domésticas e embalagens rígidas.

Os números explicam o protagonismo.

O setor automotivo utiliza centenas de peças injetadas por veículo, incluindo painéis, para-choques, suportes e estruturas internas.

As utilidades domésticas têm ciclos extremamente rápidos, com algumas máquinas produzindo peças em apenas 8 a 12 segundos, o que garante produtividade altíssima.

O PP domina a injeção, respondendo por grande parte das peças rígidas.

O ABS e o PC aparecem em eletroeletrônicos, enquanto o PEAD e o PS se destacam em embalagens.

O relatório também mostra crescimento do uso de reciclado na injeção, com peças contendo 10% a 25% de material pós-consumo em linhas menos críticas.

A automação já tomou conta do processo.

06Robôs cartesianos, retiradas automáticas, alimentadores inteligentes e controle digital reduzem perdas, melhoram a qualidade e aceleram o ciclo produtivo.

Em algumas fábricas, a automação total elevou o OEE em 15% a 22%.

Com avanço tecnológico e demanda constante, a injeção deve continuar sendo um dos processos mais competitivos da cadeia.

Caio
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Caio é empreendedor e fundador do Galpão das Máquinas, a maior plataforma online de compra, venda e divulgação de equipamentos industriais no Brasil. Com mais de 20 de experiência prática no setor de máquinas e equipamentos, atua diariamente acompanhando fabricantes, importadores e revendedores.

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