O Perfil 2025 da Abiplast mostra o quanto o plástico é essencial para setores estratégicos da economia. Saúde, agronegócio, eletroeletrônicos e infraestrutura dependem enormemente de peças técnicas, embalagens, componentes estruturais e itens de alto desempenho feitos com polímeros.
No setor de saúde, o uso é massivo: seringas, tubos, conexões, frascos, ampolas, embalagens esterilizadas e componentes de equipamentos hospitalares.
Em muitos desses itens, o consumo cresce por causa da expansão dos serviços médicos. Só o setor hospitalar movimenta milhões de unidades todos os meses.
No agronegócio, o plástico aparece em filmes agrícolas, sistemas de irrigação, mangueiras, reservatórios, silos flexíveis, placas e componentes mecânicos.
O relatório destaca que o uso de irrigação por gotejamento — dependente de PE e PP — cresce todos os anos e já cobre áreas que somam dezenas de milhares de hectares.
Nos eletroeletrônicos, polímeros como ABS, PC, PS-HI e PP são fundamentais para carcaças, painéis, isoladores, suportes e peças de precisão.
O setor exige estabilidade térmica e elétrica, levando ao uso de polímeros mais nobres.
O crescimento do mercado de dispositivos conectados impulsiona ainda mais esse consumo.
Já na infraestrutura, o plástico está presente em redes de água e esgoto, cabos elétricos, dutos, geossintéticos, revestimentos e peças de suporte.
25Tubos plásticos, por exemplo, já substituíram materiais tradicionais em grande parte dos sistemas urbanos, garantindo leveza, durabilidade e custo menor.
Esses setores combinados representam uma parcela relevante do consumo nacional — e mostram que o plástico é insumo crítico para manter o país funcionando.

